Este relatório reúne quatro sinais relevantes para a leitura de risco estratégico: o uso do míssil Oreshnik pela Rússia, a exibição do DF-41 e de planadores hipersônicos chineses, o desfile norte-coreano com até 11 Hwasong-17 e o retorno do debate sobre o sistema russo Perimetr.
A leitura do caso Dnipro sugere um emprego pensado para comunicar capacidade e dissuasão, recolocando mísseis de alcance intermediário no debate europeu.
O avanço chinês em vetores móveis e planadores hipersônicos reforça a competição com Washington e pressiona o equilíbrio de defesa no Indo-Pacífico.
O desfile com volume recorde de ICBMs amplia a percepção de saturação defensiva e reforça a dimensão coercitiva do arsenal de Pyongyang.
O sistema russo de retaliação assegurada volta ao radar por combinar sensores, redundância e ativação manual em crise, com impactos psicológicos e estratégicos sobre a estabilidade global.